Notícias

20 Jan 2012

Notícias de Mercado - Clipping 13 a 19/01

 

FIEPE articula chegada de nova indústria ao Estado

Pernambuco poderá incrementar o seu polo naval em breve com nova indústria. A partir de interlocução da FIEPE, quatro empresas (três italianas e uma pernambucana) anunciaram, no dia 10, a formação de uma joint venture que deve se instalar no Estado. Na data, os empresários responsáveis pela fábrica e o vice-presidente da Federação, Ricardo Essinger, assinaram termo de compromisso formalizando o novo empreendimento.

A parceria entre as empresas foi articulada pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) e Núcleo de Desenvolvimento, Articulação e Integração Industrial (NDI) da FIEPE. A joint venture é planejada para fornecer serviços na construção, jateamento e pintura de navios para os estaleiros do polo naval de Pernambuco, como o Atlântico Sul, Promar S.A, Construcap e Navalmare, entre outros empreendimentos.

“A Itália tem uma grande expertise na construção e reparação naval, o que com certeza irá agregar muito valor ao empreendimento”, afirma o coordenador executivo do NDI, Antônio Sotero, completando que a parceria representa uma oportunidade para a empresa pernambucana alavancar seus negócios. 

De acordo com Sotero, a FIEPE agora busca empresas com experiência na área automotiva para forcar parcerias similares, focadas no polo automotivo que se forma em Goiana.

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Novos ônibus nas ruas do Grande Recife

A Itamaracá Transportes apresentou, no último sábado, vinte novos ônibus que devem entrar em circulação nos próximos dias. Todos são do modelo Comil Svelto, com câmbio automático e totalmente acessíveis, melhorando o desempenho do motorista e o conforto dos passageiros.

A Itamaracá foi eleita em 2011 pela ANTP como uma das cinco melhores empresas do Brasil. Com uma frota de 238 veículos, gera mais de mil empregos diretos e realiza diariamente cerca de 2.700 viagens, transportando em média mais de 200 mil passageiros por cada dia útil de operação. A empresa é responsável por 41 linhas, sendo 35 destas componentes do Sistema Estrutural Integrado (SEI).

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Brasil tem seis ZPEs prontas para operar

Em Pernambuco, a de Jaboatão está em fase de terraplenagem, mas está com cronograma de implantação atrasado

Pelos menos seis das 23 Zonas de Processamento de Exportações (ZPEs) autorizadas no país estarão prontas para operar até meados desse ano. Quatro delas estão com suas infraestruturas bastante adiantadas – Ibituba (SC), Rio Grande (RS), Araguaína (TO) e Teófilo Otoni (MG). Já a de Jaboatão dos Guararapes (PE), cuja previsão anterior era para maio deste ano, deverá estar pronta para operar apenas em dezembro ou janeiro de 2013.

Para dar certo, uma ZPE precisa de uma logística adequada e de uma infraestrutura mínima. A ZPE Suape, como vem sendo chamada, ocupa uma área de 191 hectares às margens da BR-101 Sul. Segundo o diretor de Desenvolvimento da Cone S.A., Arménio Ferreira, o empreendimento se encontra na fase de terraplenagem, sendo que o projeto básico já foi aprovado pela Receita Federal. Em abril devem começar as obras civis do depósito de desembaraço e dos prédios administrativo e da Receita.

“Em novembro entraremos com o pedido de alfandegamento, que demora cerca de 60 dias, e estaremos aptos a operar em dezembro ou, no máximo, em janeiro de 2013”, diz Arménio. Nesta primeira fase estão sendo investidos R$ 21 milhões. Três ou quatro empresas já teriam manifestado interesse em se instalar no novo distrito industrial, que terá capacidade para abrigar entre 25 e 30 companhias.

Ontem, foram apresentados no Recife os principais resultados de uma cooperação técnica entre a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e o Instituto de Desenvolvimento da Coreia (KDI). Em 2011, coreanos vieram ao Brasil conhecer as nossas ZPEs e representantes de oito estados nordestinos foram à Coreia conhecer de perto a experiência daquele país nessa área.

“As realidades são distintas, mas há semelhanças. A partir dessa cooperação aprendemos, por exemplo, que o modelo brasileiro de ZPEs deverá ter alguma flexibilidade para se adaptar às políticas industriais de cada estado. Por outro lado, é importante que haja uma coordenação com uma política industrial nacional”, disse o superintendente substituto da Sudene, Guilherme Rebouças, ao participar do seminário ZPEs: Desafios para o desenvolvimento regional.

O diretor do Centro de Estudos Brasileiros da Hankuk University of Foreign Studies, Daewon Choi, afirmou que a experiência coreana pode ser útil ao Brasil porque o país tem um histórico de quase 50 anos nessa área. “Temos casos de êxito e outros de falhas. O importante é que lá as ZPEs fazem parte de uma política industrial nacional, enquanto que no Brasil ainda é um fenômeno isolado”.

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Volkswagen vai rever planta de nova unidade

A planta da nova fábrica da Volkswagen passará por alterações, o que deve crescer o projeto. E a possibilidade de o Estado de Pernambuco receber a fábrica da montadora ganha mais um capítulo. A Volks, que estuda um local para a ampliação da produção brasileira sendo, inclusive, a maior cliente da WHB Fundição, solicitou que o Governo do Estado repasse algumas informações com números mais atualizados. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, trata-se de um levantamento das contas iniciais com a possível instalação da fábrica no Estado, como orçamento de gastos com energia e abastecimento de água.

“Participamos de uma reunião em 28 de dezembro com a diretoria da Volks e o que nos foi solicitado contempla alteração da amplitude do projeto. Foi requisitado um novo custo do terreno e os desdobramentos disso, como condições fiscais dessa nova área, entre outros passos essenciais para a chegada de um projeto da amplitude da Volks”, disse. Sobre a escolha do local, conforme já havia adiantado o governador do Estado, Eduardo Campos, em outros discursos, o secretário reiterou que a montadora não escolhe a cidade onde se instalará antes de escolher o Estado. “Quando eles se mostraram interessados e chegaram a Pernambuco, levamos os diretores para conhecer o Complexo Industrial Portuário de Suape”, completou.

A montadora informou, por meio de assessoria de Imprensa, que não divulgará, ainda, se a decisão de aumentar a produção nacional será com uma nova unidade de parque fabril ou consistirá em uma ampliação de um projeto já existente. “Nesse contexto, a empresa vem realizando um levantamento preliminar de informações junto a diferentes estados e não há, portanto, qualquer definição sobre o assunto”.

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WHB opera em julho

A fábrica de autopeças da WHB em Glória do Goitá, na Mata Norte, a 63 quilômetros do Recife, começa a operar em julho deste ano. A capacidade inicial da planta será de dois mil virabrequins (eixo de manivelas que compõe o motor) por dia, empregando 250 pessoas. O projeto completo prevê ainda a fabricação de cabeçotes, bielas e blocos de motores, chegando a 1,8 mil empregos até 2018. O investimento é de R$ 300 milhões.

 “Começamos a produzir em julho/agosto para o mercado nacional, enquanto a fábrica da Fiat em Goiana não fica pronta. Além da Fiat, também fornecemos para outras empresas como Volkswagen e GM (General Motors)”, disse ontem o diretor financeiro da WHB, Ricardo Guerini, durante o lançamento da pedra fundamental da nova fábrica. O presidente da empresa, Teodoro Hübner Filho, se sentiu mal durante a solenidade, foi socorrido e passa bem.

A WHB já chega a Glória do Goitá interagindo com a população. Na quarta-feira foi inaugurada uma escola doada pela prefeitura e reformada pela empresa que vai qualificar 231 pessoas para trabalhar na nova fábrica. O curso tem duração de cinco meses com carga horária de oito horas por dia.

Segundo a diretora de Gestão de Pessoas da WHB, Rosângela Soares de Camargo, será oferecido inicialmente um nivelamento em português e matemática em parceria com o Sesi. “Depois partiremos para o treinamento específico em mecânica básica e na sequência em tornos de CNC (Computer Numeric Control, ou Controle Numérico Computadorizado em português)”, afirma Rosângela.

No próximo ano, a WHB dará início a um programa de formação de menores aprendizes a partir de 14 anos. “A fábrica muda a história de uma cidade. Depois da WHB, Glória do Goitá não será mais a mesma”, discursou o governador Eduardo Campos, acrescentando que o desenvolvimento atingirá também cidades do entorno, como Feira Nova e Chã de Alegria.

Outra empresa que está se instalando em Glória do Goitá que também deve começar a operar este ano, no mês de outubro, é a Nissin/Ajinomoto. O investimento é de R$ 46 milhões, com previsão de gerar 200 vagas de trabalho. A fábrica terá capacidade para produzir 1,5 mil pacotes de macarrão instantâneo por minuto.

De acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, a terraplenagem da Nissin foi concluída em janeiro e as obras civis já estão em curso. O terreno possui 25 hectares. “Como eles concluíram a terraplenagem antes do previsto, é possível até que a operação seja iniciada em setembro. Trata-se da segunda fábrica da empresa no país, depois de Ibiúna (SP)”, disse.

A unidade da Nissin em Ibiúna foi inaugurada em 1981 e é responsável pela produção de Nissina Lámen, Espaguete Nissina, Yakissoba Nissin e Talharim Nissin, além da linha infantil Turma da Mônica. A Nissin Food Products foi fundada no Japão em 1948 e se especializou na fabricação de macarrão instantâneo.

Hoje os produtos da Nissin são fabricados em mais de dez países, estando presentes, por exemplo, nos Estados Unidos, Coreia do Sul, Tailândia, Filipinas, Índia, China e Alemanha. “Glória do Goitá terá com essas duas fábricas (WHB e Nissin) mais de 10% de sua população trabalhando no setor industrial”, disse o governador Eduardo Campos.

As obras civis da Nissin estão a cargo da Amarno Engenharia. Segundo Eduardo Barbosa, um dos engenheiros responsáveis, os trabalhados estão na fase de fundação. Hoje, 40 profissionais atuam no canteiro, número que deve chegar a 150 em três meses. (M.B.)

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RioMar Shopping em fase de acabamento

As obras do RioMar Shopping estão em ritmo acelerado. Em apenas um ano e quatro meses de construção, 100% da estrutura física de concreto do empreendimento está concluída. Resta apenas a fase de acabamento. Desde o ano passado, começaram a ser entregues aos lojistas as áreas para instalação das operações.

Em junho, as áreas serão disponibilizadas para as 18 lojas âncoras e as 437 operações satélites. Em julho, toda obra do empreendimento estará finalizada. O presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, destaca que o RioMar Recife é a segunda obra da JCPM Construções e Incorporações (braço da empresa criado para atuar do setor). A primeira foi a expansão do Riomar de Sergipe.

Parte da mão de obra que atua na construção do shopping foi treinada numa parceria do Instituto JCPM com o Senai. É o caso de Ivanildo Leite dos Santos, de 47 anos. Morador do Pina, ele foi qualificado para trabalhar como servente de obra. “Deixei de ser pescador e entrei numa nova profissão. Sou trabalhador e vizinho do shopping”, comemora o operário que foi realocado das palafitas no entorno do centro de compras para um dos três conjuntos habitacionais construídos pela Prefeitura do Recife. “Morei 17 anos na palafita, nunca imaginei que um dia teria um apartamento do lado do shopping”, diz.

Os três habitacionais têm 996 apartamentos. A estimativa da prefeitura é entregar todas as residências aos moradores até o final deste mês.

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Recife vai ganhar academia de luxo

Originária de São Paulo e com 27 anos de mercado, a Companhia Athletica terá uma filial no RioMar Shopping

O Recife ganhará uma unidade da mais sofisticada rede de academias de ginástica do País. Originária de São Paulo e com 27 anos de mercado, a Companhia Athletica terá uma filial no RioMar Shopping, empreendimento do Grupo JCPM que será inaugurado no 29 de outubro próximo e aberto ao público um dia depois, no Pina. A academia começa a funcionar no mesmo dia. 

Serão 3 mil metros quadrados de área para malhação e vários tipos de atividades esportivas e de lazer, tudo com computadores e rede wi-fi para os alunos. A unidade recifense será erguida com um investimento de R$ 10 milhões, terá três piscinas (duas semi-olímpicas e uma para hidroginástica e iniciação infantil), quadra poliesportiva, estúdio de pilates, áreas especiais para judô, fisioterapia, spinning, nutrição, avaliação física e diversas outras atividades. As mensalidades custarão algo entre R$ 450 e R$ 460 para os cerca de 2.500 alunos pretendidos pelo grupo. O horário de funcionamento será independente do do shopping. Provavelmente, abrirá das 5h às 23h e, durante o ano, só fechará as portas duas vezes: no dia de Natal e no 1º de janeiro.

Nesta quinta (12), o presidente da Companhia Athletica, Richard Thorp Bilton, esteve no Recife para ver as obras do RioMar e começar as tratativas para a escolha de um sócio local para a academia. Trata-se da estratégia de ampliação da empresa, que não abre franquias. O sócio local terá um percentual que vai variar entre 30% e 40%, o que significará um investimento entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões. O restante é bancado pelo próprio grupo, que não abre mão do controle em nenhuma de suas unidades no País. “Queremos um sócio local. Atuamos assim nas principais capitais, como Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte. Acho que no Recife nós usaremos o mesmo modelo, mas isso não é uma condição para o investimento”, afirma Richard.

A unidade do Recife será a 17º do País e a primeira do Nordeste. Destas 17, 15 são localizadas em shoppings. “Nosso perfil de clientes é a família. Queremos desde o netinho brincando na piscina até o bisavô fazendo musculação. Não priorizamos muito a badalação”, diz Richard. Além de tentar atrair as famílias, a Companhia Athletica abre espaço para atletas de ponta. O sistema de ensino de natação, por exemplo, foi desenvolvido pelo campeão olímpico Gustavo Borges. O piloto de automobilismo Helio Castroneves também é usuário da academia, em São Paulo.

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EAS recebe nova encomenda

Atlântico Sul vai realizar serviços navais para a conversão e integração da plataforma P-62 da Petrobras

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) foi contratado pela CCI Construções Offshore S.A., empresa formada pela Camargo Corrêa e a Iesa, para executar serviços navais que culminarão na conversão e integração da plataforma P-62 da Petrobras. A CCI está investindo cerca de R$ 60 milhões em obras de melhoria e em novas instalações junto ao EAS para poder construir e montar a P-62, gerando aproximadamente mil novos empregos diretos e mais de quatro mil indiretos até 2013.

O petroleiro VLCC SUVA atracou em Suape no último domingo, dia 8. Quando a embarcação for convertida em plataforma, será uma unidade do tipo FPSO (Floating, Production, Storage and Offloading), capaz de produzir, estocar e escoar petróleo. Sua capacidade será de 180 mil barris de petróleo por dia, podendo estocar 1,8 milhão de barris e comprimir até seis milhões de metros cúbicos de gás natural. Deverá ser instalada no campo de Roncador, na Bacia de Campos (RJ).

“A CCI está investindo cerca de R$ 60 milhões em obras de melhorias no local de construção e em novas instalações junto ao EAS para poder construir e montar a P-62. Grande parte do investimento está concentrada na construção de 90 metros adicionais de cais, instalações de áreas de produção, almoxarifados, escritórios e dragagem, entre outras ações”, disse a CCI Construções Offshore através de nota.

Também foram encomendados ao EAS sete navios-sonda da Sete BR (que serão arrendados à Petrobras) e o casco da plataforma P-55, entregue em dezembro. O lower hull foi rebocado até o Estaleiro Rio Grande (RS), onde será integrado à estrutura superior (deck box). A plataforma do tipo semisubmersível (FPU) também será instalada no Campo de Roncador e terá capacidade para produzir 180 mil barris diários de petróleo leve, com pico previsto para 2013. No total, a carteira de encomendas do EAS soma US$ 8,1 bilhões (cerca de R$ 14,5 bilhões).

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Mais empregos fora do Sudeste

Faz algum tempo que os números do IBGE mostram que está em curso uma descentralização da oferta de emprego. Antes restrita ao Sudeste, as novas vagas para profissionais com qualificação de nível superior têm sido criadas em estados do Nordeste e Sul, principalmente. No ano passado, segundo o IBGE, a maioria dos postos de trabalho para profissionais de nível superior foi criada em Pernambuco e no Paraná.

As cidades que mais têm se beneficiado desse movimento são Recife e Curitiba – e as respectivas regiões metropolitanas dessas capitais. O segmento de serviços e a indústria têm sido as geradoras das novas oportunidades de emprego. Para citar apenas dois exemplos de grandes investimentos em andamento na região metropolitana de Recife, estão em construção a fábrica da farmacêutica Novartis e o segundo complexo da Fiat no Brasil (o primeiro construído no país tem como sede Betim, em Minas Gerais). A Novartis está construindo uma fábrica de vacinas em Jaboatão dos Guararapes. A planta deve entrar em operação em 2014, mas os empregos já estão sendo criados em função do investimento de 300 milhões de dólares nas obras para a construção do complexo fabril. Os postos de trabalho para gente mais bem capacitada respondem por 120, sendo que parte dessa turma será treinada nas unidades da Novartis nos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Itália.

Já o projeto da Fiat em Goiana (PE), um investimento de 3 bilhões de reais, deve beneficiar 6.782 trabalhadores de 13 municípios pernambucanos. A montadora pretende capacitar cerca de 4,5 mil destes trabalhadores para atuar posteriormente na fabrica automotiva, que terá capacidade de produção de até 250 mil unidades por ano. O complexo (com centro de capacitação de mão de obra, centro de desenvolvimento tecnológico e pista de teste) deve entrar em operação em julho de 2013. A Fiat também manterá um centro logístico no porto de Suape.

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Eternit e mais 11 empresas serão instaladas no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP)

A Eternit do Brasil, em parceria com a colombiana Corona, formaram uma joint venture para construir este ano, no Ceará, sua primeira fábrica de louças sanitárias no Brasil – a Companhia Sulamericana de Cerâmica.

Será a 12º fábrica no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), instalada no setor 3, ao custo de R$ 94 milhões, podendo chegar a R$ 117 milhões, segundo Eduardo Neves, diretor de Infraestrutura da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece). “A Eternit e Corona pretendem construir quatro fábricas. Esta é a primeira. Quando estiver produzindo, a Companhia Sulamericana de Cerâmica deverá gerar entre 400 e 500 empregos diretos”, afirma.

A produção estimada deverá ficar em 6,184 milhões (entre toneladas e peças). A Eternit é a maior e mais diversificada indústria de coberturas do País, com liderança de mercado nos segmentos de coberturas, painéis e placas cimentícias. Em 2009, partiu para o segmento de louças sanitárias.

Ainda no CIPP, a Adece informa que este ano deve ser iniciada montagem de cinco empresas de tancagens (nomes não revelados) e investimentos de R$ 260 milhões e sete empresas da área de serviços/comércio, nas áreas de logística e transporte, com investimento aproximado de R$ 115,4 milhões e 880 empregos diretos.

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Magazine Luiza prioriza lojas do Baú e Nordeste

Luiza Trajano, a presidente do grupo, revela que quer consolidar a marca na região este ano

Consolidar as unidades das Lojas Maia e das Lojas do Baú, adquiridas entre julho de 2010 e junho de 2011, são as prioridades do Magazine Luiza para este ano. 

“Adquirimos muitas redes e esse será o ano de integração entre elas e do aprofundamento da marca no Nordeste”, disse à reportagem a fundadora da rede, Luiza Helena Trajano, durante evento de varejo que acontece nesta semana nos Estados Unidos. 

A migração do nome das lojas da rede Maia para Magazine Luiza começou em Pernambuco, em outubro, por 14 lojas. A rede tem hoje mais de 140 lojas. Na aquisição, foram desembolsados cerca de R$ 300 milhões pelo Magazine Luiza. 

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Cacau Show visa Nordeste para crescer

Com produção anual de 14 mil toneladas de chocolate, a Cacau Show é a sexta maior franquia em números de lojas no ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A companhia diz querer mais. A meta da empresa é chegar a 1.200 unidades até abril de 2012. Em janeiro, a Cacau somava 1.120 lojas espalhadas por todo o País. 

O bom momento do mercado de chocolates pode fomentar o crescimento. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), em 2010 o Brasil produziu 582 mil toneladas de chocolate, um crescimento de 13% em relação a 2009. O estudo revela ainda que a maior parte da produção foi consumida por brasileiros, já que apenas 33 mil toneladas do produto foram exportadas em 2010 - o que dá menos de 6% da produção. 

A marca tem como um dos principais focos de ampliação as regiões Norte e Nordeste. "Temos grande interesse nessas regiões. Já temos uma unidade no Acre, por exemplo", explica a gerente de expansão da Cacau Show, Marina Gentil. 

De acordo com a executiva, para abrir uma franquia Cacau Show é necessário dispor de um capital de R$ 125 mil. Além disso, o empreendedor terá de investir mais R$ 30 mil de capital de giro. O local que vai sediar a nova unidade deverá ter, no mínimo, 40 metros quadrados. 

Para ter direitos sobre o know-how da marca, o franqueado destina 50% do faturamento mensal da loja a título de pagamento pelos produtos e taxa de royalties.

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Classe C influencia mudanças nos gastos

A ascensão da classe C e a expansão do crédito na última década levaram às profundas mudanças nas despesas do orçamento familiar detectadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na atualização de ponderação dos itens componentes da família dos Índices de Preços ao Consumidor (IPCs), que apuram a inflação no varejo. A atualização entrará em vigor a partir de fevereiro.

Para André Braz, economista da FGV, estes dois fatores explicam, por exemplo, a perda de força nos gastos com alimentos e o aumento de interesse em comprar carros, apurados pela fundação. "Com o aumento de renda do trabalhador, na última década, o consumidor mais pobre desloca seus gastos para outros tipos de consumo", explicou.

No caso do crédito, a maior disponibilidade de financiamentos ajudou a elevar o potencial de compras de carros do brasileiro. Braz minimizou o menor impacto dos gastos com educação no orçamento familiar na última década, também detectada na atualização de pesos dos IPCs. Ele lembrou que, no período, houve diminuição no número de filhos por família. Isso, na prática, ajudou a reduzir gastos familiares com educação.

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Múlti estuda entrada no mercado de latinhas

Ao mesmo tempo que busca equacionar os altos custos de produção do alumínio, a Alcoa avalia uma série de novas atividades a serem introduzidas no Brasil no segmento de transformação do metal. A empresa analisa, por exemplo, o mercado de latas para bebidas e pode entrar como fornecedora de chapas para a produção das embalagens.

"A Alcoa quer voltar a ser como era antes, fabricante da cadeia como um todo", afirmou ao Valor, o presidente da Alcoa para a América Latina e Caribe, Franklin Feder.

Hoje, os fabricantes de latas de alumínio para cervejas, sucos, chás e refrigerantes contam com poucos grandes fornecedores. A Novelis está envolvida em um grande projeto de expansão e exemplifica o interesse dessas empresas, que acompanha o ápice da indústria de latinhas.

Ao longo de 2010, uma série de anúncios de aumento de capacidade foram feitos pelas fabricantes de embalagens, na tentativa de atender o crescimento da demanda. Segundo dados da Abralatas, entidade dos fabricantes, foram comercializadas mais de 17 bilhões de unidades, alta de 17% frente a 2009. Em 2011, mesmo com a desaceleração do país, deve ter crescido de 4% a 5%.

Para entrar nesse mercado, a Alcoa planeja importar chapas de outras subsidiárias e fazer o acabamento no Brasil. "Mesmo com o setor em alta, o Brasil ainda não tem espaço para um segundo laminador a quente (máquina necessária para fabricar a chapa e que custaria em torno de US$ 1 bilhão)", explicou Feder. Entre as outras áreas analisadas pela multinacional estão a de óleo e gás - para a qual a Alcoa forneceria tubulações de alumínio - e a de fachadas para o mercado imobiliário.

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Indústria de tintas prevê crescimento de 4,0% em 2012

Todos os segmentos da indústria de tintas devem ter desempenho melhor em 2012 do que neste ano, de acordo com as previsões da ABRAFATI – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas. A expectativa é de que o setor veja suas vendas aumentarem 4,0% em volume, atingindo 1,44 bilhões de litros.

“Para essa previsão estamos considerando os efeitos da crise internacional e as medidas que vêm sendo tomadas para reduzir seu impacto no Brasil, que devem fazer o nosso PIB crescer pelo menos 3%”, explica Dilson Ferreira, presidente-executivo da ABRAFATI. “Uma mudança nesse cenário, com o agravamento na atual situação, pode nos levar a uma revisão desse percentual”.

Com o cenário atual, a previsão é de que continue forte a demanda por tintas imobiliárias, em função das reformas, da autoconstrução e da renovação da pintura de imóveis, propiciadas pela manutenção do alto nível de emprego, pelo aumento da renda das novas classes médias, pela facilidade para obter crédito e pela manutenção da redução do IPI para materiais de construção. O investimento governamental em habitação de interesse social terá continuidade, assim como seguirão sendo construídos novos imóveis residenciais e comercias. “Tudo isso já vem repercutindo na venda de tintas imobiliárias e continuará a ter impacto positivo”, afirma Dilson Ferreira.

As vendas de tintas automotivas – para uso em veículos novos e na repintura de usados – também crescerão, em função da redução da proporção dos veículos estrangeiros (que já chegam pintados) nas vendas totais e, especialmente, do maior poder de compra da população. Esse mesmo motivo tem elevado a demanda por todo tipo de bens de consumo, repercutindo nas vendas de tintas para a indústria, que terão desempenho favorável em função disso e das obras de infra-estrutura.

“Os fatores que têm levado ao crescimento das vendas de tintas são estruturais e não circunstanciais. Temos um caminho repleto de oportunidades, que estão ligadas primeiramente as perspectivas futuras do país, envolvendo significativos investimentos em habitação e infra-estrutura, a expansão dos segmentos ligados à exploração e distribuição do petróleo, o fortalecimento do mercado interno com a inclusão de novos contingentes nas classes médias, a realização de grandes eventos globais, o crescente interesse estrangeiro pelo Brasil, entre outros aspectos. Por isso, acreditamos em um ciclo duradouro de bons resultados, que nos fará alcançar a marca de 2 bilhões de litros anuais vendidos antes de 2020”, avalia Dilson Ferreira.

Em 2011, a indústria de tintas cresceu 1,7% em relação ao ano anterior, em função das incertezas econômicas no mundo e do menor ritmo de crescimento da economia brasileira, que tiveram impacto no consumo de todos os tipos de tintas e na velocidade de reposição, no varejo, das tintas imobiliárias.

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Preço de videogame cai e seduz grandes redes varejistas no Brasil

“As conversas com o governo sobre incentivo fiscal para fabricação no Brasil já duram mais de cinco anos”, desabafa o americano Bill Van Zyll, responsável pela operação da Nintendo na América Latina. O Ministério das Comunicações já confirmou que avalia sim políticas para este setor e analisa contrapartidas que devem ser pedidas para a indústria, mas enquanto isso não acontece, o setor se movimenta como pode para conseguir ganhar mercado no Brasil.

A principal estratégia dos grandes fabricantes, agora, é conseguir espaço no grande varejo, algo que começa a acontecer. O Walmart, por exemplo, iniciou em novembro do ano passado a vendas do Xbox 360, o console da Microsoft, em suas lojas físicas. A rede programa para o início deste ano a inclusão do Wii, da Nintendo, e do Playstation, da Sony, em seu portfólio de produtos. O motivo é simples: queda de preço. 

No caso do Xbox, por exemplo, a diminuição foi de cerca de 40% de setembro para cá. Mesmo sem a definição sobre os possíveis incentivos para produção local, a companhia optou por dar início à fabricação no Brasil por meio de um parceiro, a Flextronics. Com isso, o valor do console caiu de R$ 1,3 mil para R$ 800, o que vem atraído os varejistas. “Acredito que até o fim deste ano os consoles possam ter nos grandes varejistas o mesmo espaço que hoje têm os PCs”, afirma Guilherme Camargo, gerente de Xbox na Microsoft. Ele conta que, com a queda do preço, outras redes passaram a se interessar pelo produto além do Walmart. É o caso das Casas Bahia.

A empresa, que tem foco na classe C, não oferecia o produto antes da queda no preço. Agora, ele está em todas as lojas, segundo a varejista.

A estratégia de aproximação das grandes redes é importante para que a indústria consiga ganhar mercado diante dos produtos piratas e contrabandeados.Segundo a Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames) o mercado brasileiro se mantém comercialmente em função apenas de 15% dos jogadores, enquanto o restante consome produtos irregulares.

Mercado americano

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Participação do Brasil no comércio eletrônico mundial cresce

Segundo dados da Forrester Research, consultoria que esteve presente no evento anual da Federação Nacional do Varejo em Nova York, o comércio eletrônico no Brasil cresceu cerca de 21% no ano passado, chegando a marca de quase R$ 22 milhões arrecadados. O montante representa mais de 2% das vendas no mercado mundial, que totalizou em 2011 em média R$ 805 bilhões de reais, alavancado principalmente pelos EUA e Europa.

Mesmo o número não parecendo tão significativo, se comparado aos 22% de gigantes como a China, a expectativa é de que o Brasil passe a ter 3% da participação no mercado internacional de vendas pela internet, cerca de R$ 39,3 bilhões, em até três anos. O país é considerado um dos candidatos a protagonistas no setor, devido principalmente à expansão recento no número de consumidores online. Além do aumento de empresas nacionais e internacionais, que começam a investir cada vez mais no setor e na diversificação de produtos a serem comercializados nas prateleiras virtuais.

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ArcelorMittal prevê ampliar a produção em 65% no Brasil      

A ArcelorMittal Mineração do Brasil não planeja no curto prazo aquisição de novos ativos de minério de ferro no Brasil, mas isso não significa desinteresse pelo país. A estratégia está na expansão de minas próprias, aproveitando uma conjuntura de crise do mercado de aço na Europa. Pioneira da verticalização da cadeia do aço, a maior siderúrgica do mundo tem projetos de expandir em 65% a produção da matéria-prima em suas duas unidades em Minas Gerais: Andrade, próxima de Monlevade, e Serra Azul, próxima de Belo Horizonte, disse ao Valor Sebastião Costa Filho, presidente da companhia de mineração. O volume vai passar de 4,3 milhões este ano para 7,1 milhões de toneladas em 2013.

No cargo deste agosto de 2010, quando substituiu José Francisco Viveiros, o engenheiro mecânico de 53 anos, formado pela PUC-MG, toca o projeto de duplicação da mina do Andrade, um investimento de US$ 75 milhões, com início de operação para setembro. A nova mina vai garantir produção de 3,5 milhões de toneladas de minério de ferro anuais em 2013.

Na mina de Serra Azul, cuja capacidade de produção é de 3,6 milhões de toneladas anuais, a produção vai encolher para 2 milhões de toneladas por causa do fim do estoque de finos e início do projeto da fase 2 que entra em operação só em dezembro. "Esse projeto não vai representar acréscimo de produção, mas um melhor aproveitamento do minério bruto, já que as pilhas de finos armazenadas ao longo dos anos de existência da mina chegaram ao fim", explicou o executivo..

Com o término das obras em 2013, a ArcelorMittal vai dar um salto de 65% no volume produzido, alcançando o volume de 7,1 milhões de toneladas a partir do ano seguinte. O executivo disse que esta performance está de acordo com a estratégia global da ArcelorMittal, que possui minas em quase 10 países no mundo. "A companhia acredita no negócio da mineração e tem necessidade de ter cada vez mais matéria-prima para cumprir a meta de chegar a 75% de produção de minério próprio em 2015 para suprir suas siderúrgicas no mundo".

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Governo reduz imposto de importação de 99 itens para estimular investimentos

Alíquota caiu para 2%, como forma de possibilitar a inovação tecnológica de empresas instaladas no Brasil

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu para 2% a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre 99 produtos e referentes a bens de informática e telecomunicação. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e vale até o fim de 2012. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o mecanismo de ex-tarifários reduz temporariamente os impostos de itens sem produção nacional vinculados a investimentos produtivos no país.

Quando não constam na lista de exceção, os impostos para bens de capital são de 14%, e para bens de informática e telecomunicação, 16%. Segundo o ministério, a medida estimula os investimentos no Brasil. As alíquotas reduzidas contemplaram 99 itens de bens de capital e seis códigos referentes a bens de informática e telecomunicação, na condição de ex-tarifários.

O comunicado do ministério informa também que os investimentos globais previstos que têm relação com os novos ex-tarifários chegam a US$ 1,6 bilhão e os valores relacionados à importação de equipamentos são de US$ 318 milhões. Os produtos serão importados principalmente da Índia (34%), EUA (19%), Suécia (12%) e Alemanha (12%). Os setores mais beneficiados com as concessões são o petroquímico, papel e celulose e petróleo.

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Artigo da semana: Educação financeira sustentável 

A educação financeira é importante para ter um controle de gastos eficiente e para os excessos não prejudiquem o seu mês. Mas além de se preocupar com pagamentos de dívidas, investimentos e formação de patrimônio, é preciso ter fofo na qualidade de vida. E é nesse ponto que entra a educação financeira sustentável.

Segundo Aron Belinky, secretário-executivo da Ecopress – agência de notícias ambientais, o objetivo da educação financeira sustentável é mudar o pensamento de acumular cada vez mais dinheiro para a idéia de viver cada vez melhor. Consequentemente conquista-se mais qualidade de vida e garantia de segurança material para um futuro feliz, com realizações pessoais e profissionais.

Para entender um pouco mais sobre este conceito existem três princípios básicos:

 - Leve em conta a real satisfação que tem com cada coisa que faz com o dinheiro;

- Respeite o tempo que você trabalhou para ganhar e avalie a necessidade de gastar;

- Evite o desperdício e acúmulo desnecessário.

O importante é ter um planejamento para ter o suficiente, sem consumir com exagero e desperdício. Portanto sempre pergunte-se: ”O que esse gasto vai produzir de bom?” Se o gasto não for realmente útil (um capricho) e se algo mais barato pode ser comprado no lugar para guardar para outra coisa mais importante, FAÇA!

E não deixe para introduzir esse conceito para seus filhos quando eles crescerem. Desde pequenos ele já podem se tornar conscientes dos benefícios de um controle financeiro.

Os resultados são colhidos a longo prazo, mas a consciência e a responsabilidade adquiridas são sentidas no dia a dia. Então não desanime e comece a se planejar!

 

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